Nos Bastidores

"Eu não te respeito! Você não tem caráter", Neymar rebateu tweet de jogador após ter sofrido racismo


Neymar se revoltou com o pronunciamento de Álvaro González nas redes sociais. O jogador brasileiro teria sofrido racismo em campo e provas de que foi chamado de "macaco filho da p#@&" durante partida do Paris Saint-Germain contra o Olympique de Marselha, neste domingo (13).

Após vencer por 1x0, o espanhol compartilhou uma foto na companhia de seus colegas de clube no Twitter a fim de minimizar a acusação: "Não há lugar para racismo. Corrida limpa e com muitos colegas e amigos no dia a dia. Às vezes você tem que aprender a perder e ir para o campo. Incríveis 3 pontos hoje".

Neymar, levou a discussão do campo para a internet e rebateu o tweet de Álvaro González. O atacante da Seleção Brasileira criticou o fato do espanhol não ter assumido a fala racista durante o jogo.


"Você não é homem de assumir teu erro! Perder faz parte do esporte, agora insultar e trazer o racismo pra nossas vidas? Não, eu não estou de acordo. Eu não te respeito! Você não tem caráter. Assume o que tu fala, meu irmão. Seja homem! Racista!", disparou.

Irmã de Neymar, Rafaella Santos usou seu Instagram para declarar seu apoio ao irmão: "Vitórias e derrotas a gente aprendeu a lidar com o Juninho desde que ele é muito novinho, eu mais ainda, porque sou mais nova do que ele. Ele me ensinou que faz parte! Cresci assim, entre choros de derrotas e lágrimas das vitórias. Isso, mesmo eu ficando nervosa nos jogos, entendo que é o esporte. Aprendemos em todas as ocasiões, mas com racismo, não! (Para) isso não existe consolo, não existe lágrima, existe revolta e desespero", declarou a influenciadora.

Para Rafaella Santos, o jogador Álvaro González deveria ser punido por racismo: "Sentimento de frustração, de ver o que é feito e sem punição. Dia após dia fatos como esse de hoje, que ocorreu com meu irmão, ocorrem na vida e no esporte. E esses criminosos seguem aí, sem punição, rindo e debochando de seus crimes. Racismo é crime! Racismo não. Até quando?", indagou ela.



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