Nos Bastidores

Mário Frias, ao menos na ficção, ele não é exatamente um novato no mundo dos engravatados de Brasília.


Mário Frias, 48 anos, conhecido por papéis em "Malhação" e em outras novelas da Globo e RecordTV, está próximo de estrear na política como novo secretário especial de Cultura do governo de Jair Bolsonaro, substituindo a ex-colega Regina Duarte. Mas, ao menos na ficção, ele não é exatamente um novato no mundo dos engravatados de Brasília.

Entre 2004 e 2005, o carioca interpretou um deputado federal na novela "Senhora do Destino", escrita por Aguinaldo Silva e estrelada por Susana Vieira. O nome do personagem era pomposo e ao mesmo tempo bem brasileiro, Thomas Jefferson Bezerra de Souza, um político corrupto, mulherengo e quase sempre "forever alone", uma das figuras paralelas da trama.

Thomas era descrito pela própria Globo como um jovem político "autocentrado e de posicionamento radical de esquerda". Uma figura egoísta e abastada, que tinha como objetivo central fazer qualquer coisa para aparecer na TV e nas páginas de jornais e revistas.

Batizado em homenagem ao terceiro presidente dos Estados Unidos, ele dividia o tempo entre Brasília e suas muitas reuniões políticas no Rio, onde promovia eventos e trambiques com intuito de se promover e ganhar votos, especialmente na periferia.

Apesar do cargo de destaque, personagem não se enxergava como ambicioso na profissão. Um dos motivos: sua vida amorosa era um desastre e sugava sua energia. Thomas passa boa parte dos capítulos tentando encontrar o par perfeito, e falhando miseravelmente na missão.


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